Matéria da ante-ascensão, vertigem que se descreve circunflexa entre as nuvens. Pensamento contínuo ou vapores do mar-viagem, este difuso sentimento branco subtrai à alma parte substancial daquilo que se sabe. Bilhete de ir, sobretudo (não importam agora as modalidades que o caixeiro do Destino coloca à disposição). Como transgredir, o único mote que demarcaria ao fundo o horizonte se houvera contra-sentido. Paradigmas transvertidos, ímpetos destrincheirados, estalidos na harmonia caos, o desequilíbrio da super-nova, o cume da dimensão.
Isto tudo, ou olhar-te nos olhos e parar o tempo, ali naquele altar de admiração desconcertante em que tudo é fotões, décibéis e terramoto. E deixar assentar todo o fascínio sobre o medo que se tem do que é divino. Assim se recebe. Assim se pinta a Beleza na tela de um simples aqui. Assim se esboça o Amor na folha em branco de estar.
Assim se droga a Dôr e a Razão.
Freia de novo o autocarro... a minha paragem - tem de ser?
...é...